
A palavra morre na boca do poeta, onde renasce na poesia de um recém nascido,
Indo embora em largos caixões ordenados em madeira de lei.
Cara,
Indo embora em largos caixões ordenados em madeira de lei.
Cara,
mais cara que a própria vida,
Sem sentido na boca de estranhos que babam dementes em busca de sua sanidade.
Somos a formiga do futuro e a luz do passado.
Avarentos orando e pedindo sem nunca se cansar.
Criaturas feitas pelas drogas que a sustentam.
Somos sensíveis,
Tão sensíveis que nos tornamos a própria frieza de ser;
E do ser.
Eternos miseráveis,
Equivalente à transformação da língua e do modo de vida.
E a voz que tumba no peito,
Não se cala na língua profana.
Junto as chupadas vorazes escorando a besta,
Que tudo toca, tudo come.
Mutilados
Sem sentido na boca de estranhos que babam dementes em busca de sua sanidade.
Somos a formiga do futuro e a luz do passado.
Avarentos orando e pedindo sem nunca se cansar.
Criaturas feitas pelas drogas que a sustentam.
Somos sensíveis,
Tão sensíveis que nos tornamos a própria frieza de ser;
E do ser.
Eternos miseráveis,
Equivalente à transformação da língua e do modo de vida.
E a voz que tumba no peito,
Não se cala na língua profana.
Junto as chupadas vorazes escorando a besta,
Que tudo toca, tudo come.
Mutilados
Meus braços quentes lhe recebem abertos e suados de prazer.
Efêmeros e profundos,
Fortes para segurar os momentos mais secos.
Somos a essências do artista que se perde ante a loucura,
E nem por isso deixa de ser belo.
A música contínua em ecos surdos
Mostrando que a carne é a moradia divina,
Assim como,
A razão sustenta todo maluco,
O maluco há de sustentar a sua própria razão.
Sempre sendo aquilo que ele quiser se tornar;
Onde, aonde e quando quiser.
O tempo é só a sua própria ciência.
Não somos mais do que nós somos,
De nós mesmos.
Mas somos muito mais do que nossos ínfimos limites.
Nos tornamos a luz que tudo ilumina,
E conseqüentemente,
Tudo apaga com seu brilho,
Tornando-se o particular de uma lágrima de felicidade.
A vida não tem limites.
Nem a morte traz seu fim,
Apenas um novo recomeço...........Lobato Dumond.
Efêmeros e profundos,
Fortes para segurar os momentos mais secos.
Somos a essências do artista que se perde ante a loucura,
E nem por isso deixa de ser belo.
A música contínua em ecos surdos
Mostrando que a carne é a moradia divina,
Assim como,
A razão sustenta todo maluco,
O maluco há de sustentar a sua própria razão.
Sempre sendo aquilo que ele quiser se tornar;
Onde, aonde e quando quiser.
O tempo é só a sua própria ciência.
Não somos mais do que nós somos,
De nós mesmos.
Mas somos muito mais do que nossos ínfimos limites.
Nos tornamos a luz que tudo ilumina,
E conseqüentemente,
Tudo apaga com seu brilho,
Tornando-se o particular de uma lágrima de felicidade.
A vida não tem limites.
Nem a morte traz seu fim,
Apenas um novo recomeço...........Lobato Dumond.
Um comentário:
Comentário, por que e para que?
Não existem palavras para responder ou dizer daquilo ou do que vai de mais nobre e de louco em cada um de nós. Somos pequenos anjos na forma Humana. Habitamos na Luz de um dicernimento ou não. Na busca de encontrarmos nossas Essências ou não.
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